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Viver a um tem suas inúmeras vantagens que me fazem falta todo dia: a independência, a rotina própria, não ter que conviver com as diferenças de hábitos, a queda drástica nos conflitos familiares...

Mas tem coisa que não tem: bolo de cenoura com raspas de limão e cobertura do melhor chocolate meio amargo feito pela Mami, com um cafezinho fresco cheirando deliciosamente bem na cozinha. Isso não tem.


Um brinde às vantagens de viver em família e de ter uma mãe caprichosa! :)

P.S.: Esse bolo foi feito sem glúten, estamos nessa onda em casa, logo mais eu conto a história.

Em mais uma das peregrinações virtuais em busca de uma receita inspiradora que me fizesse querer voltar à cozinha, acabei desenterrando esse vídeo divertidíssimo da querida Charlotte BFF entrevistando a Palmirinha e pondo em prática tudo o que aprendeu.

Inspiração e diversão garantidas:

Eis o link: Charlotte na Cozinha

Heartwarming Cinnamon Cup


Essa é uma receita que me acompanha desde pequena, e, além de ter valor sentimental, é a cura para todos os males do (meu) mundo.
Fosse o problema dor de garganta, febre, cólica, ansiedade ou tristeza, minha mãe sempre aparecia no meu quarto com uma canequinha exalando aquele aroma delicioso de especiaria: leite quente com açúcar queimado e canela. Só não cura saudade, mas ameniza. Até hoje, é só o que resolve.

  1. Em uma leiteira, derreta uma colher (de sopa) e meia de açúcar, até virar caramelo;
  2. Acrescente uma caneca de leite em temperatura ambiente;
  3. Coloque dois paus de canela (ou um pouquinho de canela em pó);
  4. Vá mexendo até os torrões do caramelo derreterem e... voilá!

Outra receita de família que me acompanha desde pequena, é tomar o leite com canela ouvindo a trilha do Paris, Texas, que meu pai punha para eu dormir. Aqui vão minhas tracks favoritas:

Ry Cooder
Gotan Project
Canción Mixteca

Recomendo ;)

P.S.: Vai bem com os Cookies!

Sábado à noite, o salário ainda está para cair, seu namorado mora em outra cidade, você dormiu a tarde toda e agora não encontra nem vestígio de sono?
Let's bake some cookies!

Procurei por uma receita que não tivesse muitos ingredientes improváveis de ter aqui em casa. Minha mãe está de dieta e, como é ela quem faz as compras, as opções não são muitas.
Achei essa, que me pareceu interessante e didática:



Perfeita para o momento, me ganhou no "improvisar".

Eu não tinha nada dessas gostosuras, achei na geladeira o que eu imaginei serem passas, mas eram ameixas.  Além disso, como boa libriana, não consegui me decidir entre cookies de baunilha com ameixa ou de chocolate com ameixa, então dividi a massa quase pronta na metade e só acrescentei os sabores depois. Gostei da combinação das ameixas.

O mais engraçado é que com a mesma massa, os resultados foram bastante diferentes. Os de baunilha ficaram mais gordinhos e macios por dentro e os de chocolate ficaram bolachinhas bem crocantes. Não sei o motivo.


No facebook eu disse que foram os melhores cookies do mundo, mas foi só uma empolgação de primeiro momento. Eles estão, sim, muito gostosinhos, mas os que eu fiz na Irlanda ainda superam. Infelizmente eu nunca mais consegui achar aquela receita. :(

P.S.: Segunda vez que eu consigo driblar a maldição do doce em menos de um mês! Será que o feitiço foi quebrado?

Uau, faz o que? Um ano que eu não posto? Quase isso.
Por mais que eu tivesse vontade e ensaiasse dividir momentos interessantes aqui, muitas coisas me impediram, tipo o nome do Blog. Não faz sentido eu postar num blog sobre viver sozinha, uma vez que já faz um tempão que eu voltei a morar com a família, e dividir muitos detalhes sobre a vida em família pode causar constrangimentos na hora do jantar.

Enquanto eu repenso o nome do blog e matuto alguns posts que podem ser interessantes, hoje eu quero dividir uma experiência inédita na minha vida: fazer um pudim dar certo.
Desde a época em que eu morava sozinha venho ensaiando receitas e macetes de pudim. Não posso dizer que tentei tantas vezes assim, alguns de vocês já sabem, mas é sempre bom avisar: eu sofro da maldição do doce. Eu faço o salgado que você quiser, mas se eu encostar uma colherinha na massa de um bolo, mesmo de caixinha, dá errado. Insisti um tempo no pudim porque é um dos únicos doces que o meu namorado gosta, e como diz que marido se conquista pelo estômago...
Enfim, tentamos várias receitas juntos, separados, até que nesse final de semana encontramos um vídeo com um pudim de aspecto maravilhoso, mas acabamos não tendo tempo para tentar. Ei-lo:

Pudim de Leite Moça - Nestle

Gostei porque dá várias dicas que as pessoas normalmente não explicam na receita, por exemplo que os furinhos são causados pela temperatura do forno (e meu namorado odeia os furinhos). Em outro lugar eu li que a massa precisava ser despejada com uma peneira, o que não fez nenhuma diferença no resultado final, o pudim ficou bem furado.
Outra coisa legal é que nessa receita vão duas medidas de leite para uma de leite condensado, deixando ele bem levinho.

Com vocês, meu primeiro pudim que deu certo!
                           
                                   



Ele não ficou lindo como o do vídeo. Ficou um pouco mais clarinho porque eu deixei menos tempo e com alguns furinhos, mas a prática leva a perfeição, não é mesmo?
Um dos pontos positivos de se viver a quatro é: todos comeram, repetiram e elogiaram muito. :)

PS: amor, se a próxima receita sair sem furinhos, aguardo um anel bem lindo com uma pedra bem cara. Beijos.

Ando percebendo que vario entre dois extremos semanalmente: a organizada, obsessiva e compulsiva por organização, limpeza e vida bem sucedida / a bagunceira que mal acha espaço para si mesma dentro da própria casa. No começo eu achei que isso fosse devido a minha falta de tempo e sobrecarga de afazeres, mas, bom, eu estou de férias da USP, o que me libera pelo menos umas 3h na parte da noite. E eu me encontro quase totalmente submersa em caos. Parei de comer decentemente, minha última refeição, um strogonoff que eu, teoricamente, sei fazer bem, saiu uma porcaria e eu tive que comê-lo por três dias. Desde então comecei a variar entre miojos, chocolates aqui e ali para dar energia, e, nesse exato momento, me alimento de cookies de valor nutritivo -163.

Depois da minha primeira fase morando sozinha, a fase de burgers, nuggets e coxinhas congeladas, eu percebi que quando eu comia melhor, minha saúde (sempre chatinha) dava uma boa melhorada e eu até me sentia mais disposta. Troquei o arroz branco por integral, diminuí as massas, comia uma boa porção de saladinha por dia, sem me poupar de um chocolate de vez em quando, mas verdade seja dita, eu não tinha nem vontade. Sim, andei ganhando uns quilos, todos sabemos, mas não foi por isso que eu mudei a alimentação. Sempre fui devota de Jamie Oliver e Gillian McKeith (aquela do Você é o que Você Come, exibido pelo GNT), sempre soube que se eu mudasse a alimentação a vida mudaria junto, eu voltaria a ser metódica, feliz e minha casa voltaria a ser arrumada, afinal, a sua casa é o que você come.



É nessa hora que entram os amigos com apoio moral. E há amigos e amigos. Especialmente amigas e amigas. Há amigas que te chamam para um brigadeiro e há aquelas que são nutricionistas e te passam uma receita de lasanha saudável e mil jeitos de se comer uma fruta. Ultimamente eu tenho recorrido mais à segunda opção, e é aqui que entra a Bettina:

Bettina Reichenbach – Formada em Nutrição no Centro Universitário São Camilo e Pós-Graduada em Nutrição Clínica pelo IMeN.
Trabalha com orientação nutricional, reeducação alimentar e personal diet.

Apresentações feitas, a Bê topou ensinar todos os leitores que vivem a um a se alimentarem direitinho, fez tabelinha e tudo, aproveitem:

"Como falar de nutrição nessa época que é tão mais fácil comer um congelado, miojo, pão com alguma coisa? Ainda mais quando se vive sem a comidinha da mamãe, na correria do cotidiano, quando bate aquela fome e junta com aquele cansaço, iiiiih... Mas tudo tem jeito!
Vou começar pelo básico: Precisamos de três grupos alimentares no nosso dia a dia: CARBOIDRATOS, PROTEÍNAS E VEGETAIS! (e nessa hora vocês me olham com cara de “oi?”).
O ideal é dividirmos esses grupos em no mínimo três refeições (café da manhã, almoço e jantar). Mas não esqueçamos dos lanchinhos, que servem como uma “ponte” entre essas refeições e deixam a gente com menos fome (não precisamos mais atacar a comida como se o prato na sua frente fosse o último do planeta e da sua vida!).
Os grupos alimentares dependem um do outro. Não podemos simplesmente decidir que não vamos mais comer isso ou aquilo. Montei uma tabela pra deixar mais fácil:

 O QUE?
COMO?
PARA QUE?
CARBOIDRATOS
Batata, arroz branco ou integral, macarrão, inhame, mandioca, pães
Dar energia para o corpo
PROTEINAS
Carnes: boi, frango, porco, peixes + Ovos + Leite e derivados (iogurte e queijos) + Leguminosas (feijão, soja, grão de bico, lentilha)
Construir e formar o corpo – ossos, músculos, pele, cabelos, unhas
VEGETAIS
Folhas: alfaces, agrião, rúcula, couve, acelga, espinafre...
Legumes: brócolis, pepino, cenoura, beterraba, abobrinha, berinjela...
Frutas: abacaxi, maçã, banana, pêssego, uva, melancia, melão, manga, pêra, mexerica, laranja...
Fornecem vitaminas e minerais que organizarão o corpo – para que energia e a construção aconteçam corretamente

Então, fica a dica da Nutri: Façam 5 refeições por dia, sendo que as três principais devem ter os três grupos de alimentos de maneira equilibrada. Não adianta comer uma rodela de tomate, 1kg de bife e 500g de arroz e feijão, certo??? E os lanchinhos devem ser leves: uma fruta, barrinha de cereal, frutas secas, um iogurte!"


Amiga, minha casa será um prato colorido e equilibrado. Ou eu não me chamo Mariana!

Vamos lá, dia 02 do blog.
Vim passar o fim-de-semana na casa dos meus pais, em Campinas, e mal cheguei já fui recrutada para acompanhar o casal ao supermercado. A primeira "ala" (seção?) do lugar era a dos vegetais e lá, me encarando com suas peles roxas e reluzentes, estavam as berinjelas caprichosamente empilhadas.



Há pouquíssimo tempo me apaixonei por berinjelas, não sei como, não sei por que, adoro de todos os jeitos com a condição de que sejam feitas em casa, de preferência na minha. Os jeitos que eu mais gosto são:
  • Berinjela refogada com cogumelos e pimenta do reino;
  • Berinjela empanada;
    e, minha mais nova descoberta,
  • Lasanha de berinjela.
No próprio mercado já fiquei hipnotizada e joguei uma indireta "nossa, mãe, te contei da lasanha de berinjela que eu fiz em casa esses tempos?", esperando ouvir "Jura filha? Você gosta? A mamãe vai fazer para você, então" (porque, afinal, eu estou absolutamente farta da minha própria comida e foi mais ou menos por isso que eu vim), mas o que aconteceu foi "Jura, Mari? Que delícia! Pode fazer pra gente amanhã, então". Acho que esse lance de não gostar de cozinha tem seus fatores genéticos, porque minha mãe, como eu, nunca gostou de cozinhar - embora tivesse cozinhado a vida toda -, a não ser que tivesse sonhado com o Jamie a noite inteira.
Acabou que eu fiquei mesmo incumbida de fazer a tal lasanha para o almoço da família. Muita gente já me falou que é um privilégio cozinhar para aqueles que amamos, eu concordo, mas sinta o drama: meu pai, paulista, gosta com pouco sal e sem pimenta do reino, minha mãe, mineira, gosta de pimenta do reino e mais tempero, minha sobrinha, criança, não gosta de berinjela e minha irmã, irmã, não gosta de mim. Well... Missões impossíveis à parte, vou dividir com vocês a minha primeira experiência com esse prato delicioso.
Há três semanas, num belo domingo chuvoso, eu acordei com vontade de nada menos do que lasanha de berinjela, feita sem massa de trigo, as camadas tinham que ser feitas do próprio vegetal. Devo ter ouvido algo sobre isso no rádio, na televisão, não sei, porque, até então, eu nunca nem havia visto uma dessas na minha frente. Procurei na internet por uma que parecesse simples o bastante de fazer, achei essa no Tudo Gostoso, que obviamente me atraiu por conter as palavras "super" e "rápida" no título. Apesar de não ser um bicho-de-sete-cabeças, eu não recomendo que se faça depois de um dia cheio de trabalho (faz meleca), então, aproveite o fim-de-semana e aventure-se:

Lasanha de Berinjela Super Rápida
Tempo: 45 minutos
Rende 6 porções 

Ingredientes
  • 2 berinjelas médias descascadas e cortadas em fatias finas no sentido do comprimento;
  • 1 cebola picada
  • 2 dentes de alho amassados - eu não tenho amassador e adoro morder os pedacinhos, então cortei em fatias fininhas;
  • 2 latas de molho de tomate pronto - eu acabei usando um pouco mais, então tenha uma extra caso você também precise;
  • 200 gramas de presunto - opcional, eu fiz sem;
  • 200 gramas de mussarela - usei um pouco mais;
  • 2 colheres de sopa de óleo - usei azeite;
  • sal e pimenta à gosto - coloquei também manjericão fresco, salsa e orégano;
  • Azeitonas picadas;
  • Parmesão para cobrir.
Modo de fazer
  1. Em uma panela coloque o óleo e doure primeiro a cebola, depois acrescente o alho e despeje as duas latas de molho. Tempere a gosto.
    Eu precisei usar uma frigideira mais larga e um pouco mais funda, para que a berinjela comprida pudesse caber. Além disso, coloquei azeitonas picadas no molho.
  2. Pré-aqueça o forno a 200º C;
  3. Quando o molho levantar fervura, coloque as fatias de berinjela aos poucos para que cozinhem levemente.
    Não deu para colocar tudo de uma vez, fiz em duas vezes, deixando cozinhar de três a quatro minutos cada. Depois disso, o molho ficou mais na berinjela e não foi suficiente para alternar nas camadas, então fiz um pouco mais.
  4. Em uma fôrma média, comece colocando o  molho e alterne camadas de fatias de berinjela, molho, presunto (ou não) e a mussarela. Finalize com queijo e molho.
    Na cobertura eu misturei mussarela e parmesão e joguei orégano por cima.
  5. Leve ao forno por 25 minutos.
Aqui eu vou ranqueá-la como simplesmente (Prático), e não SP (Super Prático), porque, apesar de ter sido simples, fez uma melequinha no fogão na hora de colocar e tirar a berinjela na panela, sujou o forno por dentro porque vazou molho e foi difícil na hora de cortá-la, ela parecia estar um pouco borrachuda. Talvez eu tenha deixado pouco tempo na panela, mas foi porque eu li nos comentários da receita que alguém que tinha feito deixou mais tempo e ela ficou muito mole. Imaginei que já que ela é a própria "massa" da lasanha, deveria ser mais firminha. Enfim, se alguém souber o porque de ela ter ficado assim, me avise aqui , por favor, antes que eu faça berinjela borrachuda para a família. ;)

Ah! Achei aqui algumas informações nutricionais e sobre como escolher e armazenar berinjelas.
E fiquem de olho nos comentários, tem sempre alguém mais experiente para dar dicas para aprimorar a receita! 

Há cinco meses consegui tornar realidade um dos maiores sonhos que eu tive na vida: morar sozinha. Não bastava apenas sair de casa, criar independência dos pais, morar em uma república, não. Tinha porque tinha que ser so-zi-nha. Na imaginação era tudo lindo, claro: um apartamentinho bonito que, apesar da minha mania de bagunça, seria superorganizado, cheio dos mais variados utensílios e cacarecos e penduricalhos. Não haveria louça que não se lavasse sozinha, chão que não aspirasse a própria poeira, roupa que não aparecesse limpa, passada, dobrada ou pendurada cheirando ao amaciante que a mami usa. Bom, desnecessário dizer que não rolou. Eu tenho que fazer tudo isso em algum momento do meu minúsculo dia de 24 horas: trabalho de manhã e à tarde, faculdade à noite, casa de madrugada (disputando com os seriados). Uma vida não tão fácil, mas não impossível. Sabendo que não sou a única mortal a encarar esse mundão hostil, decidi criar um blog que seja também um espaço para trocar dicas com quem, como eu, daria um braço por um “Guia Completo de Praticidades Para Pessoas Que Vivem Sozinhas”.



Meu principal drama é cozinhar. Já não nasci lá com a famosa “mão” para cozinha e o cansaço não ajuda, houve dias seguidos em que eu passei almoçando Doritos e jantando Mendorato, mas venho lutando diariamente por uma alimentação, senão saudável, pelo menos menos trash. Então elaborei um Top 5 do que eu considero indispensável à vida de quem come sozinho:

  1. Motivação. Motivação é uma das muitas palavras-chave do mundo da culinária-solitária. “Só eu vou comer” e “vou ter que limpar tudo sozinho”, segundo as estatísticas, ocupam o topo de justificativas furadas para se apelar para uma meia quatro queijos, meia portuguesa. Mas, agindo como pessoas conscientes que somos, vamos pensar em saúde, economia e em melhorar as habilidades na cozinha. Se todos esses argumentos não funcionarem para você, amiga(o) dona(o) de casa, pense nas crianças na Somália.
  2.  Praticidade é essencial para quem cozinha depois de um dia cheio. Quanto mais rapidez e praticidade ao realizar uma tarefa, maiores as chances de você se conformar em repeti-la.
  3. Outra coisa importante de se ter ao cozinhar é boa memória, ou pelo menos memória o bastante para lembrar que o macarrão ainda está cozinhando antes que você tenha que comer mingau de trigo a bolonhesa, o que acaba acontecendo com certa frequência aqui em casa. Sendo assim, evite usar o seu facebook/twitter/bbm/msn/todasasanteriores enquanto cozinha. Use esses recursos posteriormente, como distração caso sua comida tenha virado gororoba, quando a gente come na frente do computador, nem sente o gosto, não é mesmo? Ah! A tecnologia...
  4. Sua própria listinha de receitas que deram certo (e que dariam em qualquer circunstância!) para serem usadas em situações emergenciais de absoluto cansaço ou preguiça demais para pensar em algo.
  5. , muita fé, porque tem dias...

Nos próximos posts vou dividir receitas que eu adaptei para que pudessem ser ranqueadas entre Ultra Prático (UP), Super Prático (SP), Prático (P) e Pouco Prático (PP), agora eu tenho que apelar para a minha própria listinha porque já é quase noite e eu só comi bolachinhas de coco da Nestlé.

Beijos, pães e queijos.